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“Quer dizer que ainda não podemos reduzir salários?” – Reforma trabalhista brasileira desanima investidores nos EUA

Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Investidores acreditam que Brasil não é capitalista o suficiente

Empresários, investidores, advogados, consultores e representantes do setor bancário saíram frustrados de um encontro na Câmara de Comércio Brasil – EUA, que aconteceu na semana passada, em Nova Yorke. As medidas da reforma trabalhista propostas pelo governo Temer não foram consideradas capitalistas o suficiente.

“Então, quer dizer que ainda não vamos poder reduzir salários? Isto é a coisa mais anti-capitalista que existe”, reclamou Terry Boyland, da CPQI, empresa que presta serviços de tecnologia a bancos.

“Não é capitalista”, concordou Isabel Bueno, sócia da Mattos Filho, firma de advocacia que organizou o encontro.

Um dos fatores que desagradou o grupo, é que eles pretendiam demitir funcionários e recontratá-los em seguida, como terceirizados e ganhando menos. Mas, a lei coloca um período de um ano e meio de quarentena, ou seja, só depois deste período o funcionário poderia ser recontratado como terceirizado.

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