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Presos postam vídeos e selfies de dentro de presídios

Twitter/ Reprodução

Mesmo detidos, presos no Rio de Janeiro conseguem utilizar as redes sociais

Para entrar em presídios em dia de visita, todos devem ser revistados e não é permitida a entrada de celulares. Além disso, algumas penitenciárias também apresentam bloqueador de celular. Do lado de fora, dependendo da operadora, o telefone pode ficar fora de serviço. Mas, ainda assim, dentro do presídio, internos conseguem usar os aparelhos.

Três criminosos que estão em unidades prisionais do estado Rio de Janeiro usam as redes sociais para postar fotos e vídeos. Matheus Ribeiro de Almeida, Gilson Luiz Briggs Pereira e Fabrício dos Santos  têm perfis muito ativos, o que significa que eles utilizam celulares e tem acesso a internet, dentro dos presídios.

Matheus e Gilson estão no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste; Fabrício é interno no Presídio João Carlos da Silva, em Japeri, na Baixada Fluminense. De acordo com o cadastro no Conselho Nacional de Justiça, a penitenciária não tem aparelho bloqueador de celular e está superlotada. A unidade foi projetada para comportar 884 presos e, atualmente, abriga mais que o dobro, 1.965.

Matheus Ribeiro está na Cadeia Pública Paulo Roberto Rocha, que, segundo o cadastro, tem bloqueador de celular. Projetada para 750 presos, abriga 1.780. Gilson Luiz está na Penitenciária Alfredo Tranjan, conhecida como Bangu 2. No documento, também consta bloqueador de celular. A unidade que foi construída para 913 presos, mas hoje tem 2.838 homens em prisão provisória e em regime fechado, mais que o triplo do previsto.

 

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