Em O Outro Lado do Paraíso, Sophia suborna juiz e fica com a guarda do neto

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Após atropelamento, Raquel é substituída

Sophia (Marieta Severo) vai conseguir a guarda do neto, Tomaz (Vitor Figueiredo), próximos capítulos da novela “O Outro Lado do Paraíso“, após fazer um dossiê contra o próprio filho, Gael (Sergio Guizé), e apresentá-lo na audiência pela tutela do menino. Além disso, a vilã vai subornar Gustavo (Luis Melo), juiz responsável pelo caso, após o atropelamento de Raquel (Erika Januza), acidente provocado a mando dela.

Ao chegar no tribunal, Clara (Bianca Bin), ficará chocada ao ver quem comandará o caso. “Mas esse homem só me prejudicou”, protesta. As cenas irão ao ar a partir de 4 de fevereiro. O marido de Nádia (Eliane Giardini) insinua que a mocinha só quer a guarda do menino porque a conta do garimpo das esmeraldas está em nome de Tomaz. Também subornada por Sophia, uma psiquiatra afirma que a neta de Josafá (Lima Duarte) sofre de doença incurável:

“Analisei o primeiro laudo psiquiátrico da mãe biológica, Clara Tavares. Meu colega de profissão, Samuel dos Passos (Eriberto Leão), que não está presente, na época, atestou esquizofrenia paranoide. Não há cura conhecida para essa condição”, diz a profissional.

Quem se revolta com a declaração é Patrick: “Eu anexei as cópias dos laudos de três psiquiatras renomados, feitos anos depois. Eles atestam que a Clara não sofre de enfermidade psiquiátrica”, defende.

“Estou certa de que ela pode ter tido um período mais pacífico. Mas se passou anos em um hospício, acredito que os profissionais de lá não errariam em uma condição tão grave”, rebate a psiquiatra. Por sua vez, Gael defende que a guarda do filho fique com a ex. “Hoje a guarda do Tomaz está dividida entre mim e minha mãe, Sophia. Mas eu já disse minha posição pra Clara, que é a mãe biológica. Como pai, abro mão da guarda do menino. A Clara tem muito amor pra dar. Tem coração. Eu sei que ela vai cuidar muito bem do Tomaz”, diz o filho de Sophia.

Em seguida quem é ouvido é Amaral (Sérgio Fonta), que apresenta o dossiê contra Gael:

“(Gael) Esteve preso por agressão e tentativa de estupro há pouco tempo, denunciado pela própria Clara. Recentemente poderia ter voltado à prisão, porque agrediu um rapaz em frente a um salão de cabeleireiro. Aqui está o B.O. (boletim de ocorrência). Só não foi preso novamente porque o delegado não deu seguimento à denúncia”, pontua. “Senhores, estamos diante de um grave dilema. Nem o pai tem condições de criar o menor”, analisa Gustavo.

Clara, então, apresenta sua defesa ao magistrado. “Senhor juiz, eu estive longe muitos anos. Tomaz cresceu longe de mim. Não posso negar que ele é cuidado com extremo amor, em particular pela Lívia (Grazi Massafera). Também não nego que o menino esteja vivendo com conforto, estudando. Mas, quando se fala de um menor, não se trata apenas de bens materiais”, inicia. “O amor de mãe é insubstituível. Esperei todos esses anos para dar amor ao meu filho. Hoje tenho plenas condições de criá-lo, farei com que estude em uma boa escola. O senhor pode ver, no relatório da assistente social. Ela viu minha casa, viu que tenho um quarto pronto para recebê-lo. Eu quero criar e amar o meu filho”, implora.

Novamente, Patrick intervém. “Esse processo sofre de deformações muito grandes. Está atribuindo intenções à mãe do menino, como se ela fosse ré. Há algo estranho aqui. A doutora Raquel, que ia julgar o processo, sofreu um acidente. A audiência deveria ter sido postergada”, aponta antes de pedir a anulação da audiência.

Gustavo alega ainda que na casa da mãe de Tomaz vive Duda (Gloria Pires), acusada de crime e ex-dona de bordel. “A lei pede que em um caso desses, a guarda seja oferecida ao parente consanguíneo mais próximo. No caso, a avó, que já compartilha a guarda do menor. Dona Sophia Montserrat”, determina.

“Eu amo meu neto, de todo meu coração. O senhor sabe, doutor, que o amor de uma avó é até mais doce. Se é o melhor pro Tomaz, eu aceito”, responde a vilã.

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